Helicoverpa é preocupação, mas não alarmante em MS, diz Aprosoja

Helicoverpa é preocupação, mas não alarmante em MS, diz Aprosoja

“A Helicoverpa [lagarta Helicoverpa armigera] preocupa, mas não é uma preocupação alarmante, por enquanto, em Mato Grosso do Sul”. A avaliação é do novo presidente da Associação dos Produtores de Soja do estado (Aprosoja/MS), Maurício Koji Saito.

Ele disse que fora os quatro focos de ataque da lagarta registrados em dezembro do ano passado em Chapadão do Sul, São Gabriel do Oeste, Naviraí e Maracaju, não houve nenhum novo registro confirmado da presença da praga nas lavouras do estado.

Pouco antes da confirmação dos focos, o governo sul-mato-grossense pediu e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), declarou, por meio de portaria publicada no dia 19 de dezembro no Diário Oficial da União, estado de emergência fitossanitária em Mato Grosso do Sul em razão do risco de surto da lagarta.

Saito comenta que a divulgação de informações sobre a Helicoverpa feita pelas entidades representativas do agronegócio do estado e instituições de pesquisa ajudou a conscientizar o produtor do estado sobre a importância  do trabalho preventivo contra a lagarta e outras pragas e doenças que atacam as lavouras. “O produtor fez um bom plano de manejo com defensivos e isso vem apresentando bons resultados”, avalia.

Recursos

Para reforçar o trabalho de combate a praga, o governo do estado conta com R$ 400 mil, segundo a secretária de Desenvolvimento Agrário, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur), Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias.

Dos recursos, R$ 300 mil, conforme ela, vêm do Fundo de Desenvolvimento das Culturas de Milho e da Soja de Mato Grosso do Sul (Fundems) e outros R$ 100 mil vêm de convênio entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro).

A secretária diz que o plano estadual para o manejo da praga já está pronto e que estão sendo definidas as ações que serão intensificadas com os recursos.

O presidente da Aprosoja/MS relata que o trabalho será direcionado principalmente para o monitoramento das lavouras e em pesquisas sobre a lagarta, com o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre o inseto e como controlá-lo.

Agrodebate


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